A Justiça Afundada
ÉTICA! Qual ética? A mestria demonstrada na protecção dos prevaricadores envolvidos em processos de alta corrupção não tem paralelo na história da magistratura portuguesa. O que é que faz com que uma magistrada investida de poderes extraordinários utilize o seu cargo para servir de testa de ferro na defesa dos corruptos que usam a política como trampolim para os mais chorudos negócios fraudulentos. Depois do comunicado hilariante da Candinha a desculpar os protagonistas do relacionamento amoroso duma procuradora que investigou os negócios do amante, só faltava a derrocada das investigações do Freeport para percebermos o lamaçal em que chafurdam tais individualidades. São tantos os casos de total incapacidade para desempenhar tais cargos, que mais parece estarmos perante um estúdio de filmes de ficção policial. A nulidade do “rigor profissional e ético” está presente nos factos que arrasam a idoneidade deontológica dos protagonistas magistrados. É tempo de limpeza das Instituições nobr...