Mensagens

A mostrar mensagens de fevereiro, 2020

Porque fomos à guerra?

Imagem
  O Despertar dos Combatentes – em Tempo de guerra        Nestes tempos sombrios da actualidade portuguesa, é nosso dever realçar os feitos extraordinários dos antepassados, que nos podem reanimar a esperança de lutarmos com convicção para melhorarmos o rumo da nossa vida colectiva, dentro duma nação com história e valores de dimensão mundial.      Os Combatentes, portugueses nas guerras ultramarinas, foram os continuadores das memoráveis descobertas e souberam partilhar muito das suas vivências com as populações das terras para onde foram destacados. Mas a guerra é sempre incómoda e destrutiva; razão porque é natural que nenhum ser humano deseje a guerra.      As lembranças da guerra fazem parte de nós… são o espólio que não conseguimos entregar no quartel aquando da desmobilização; fazem parte do nosso espólio de combatentes participantes numa guerra estranha e mal compreendida! Na embriagues do destino,...

Conceito de Poesia

Imagem
À Assistente Doutora Luciana Silva, Directora da Comissão para   a “Antologia de Poesia da Guerra Colonial”. Porque escrevo para descrever alguns estados de Alma? Quando acompanhava o poeta Pedro Homem de Melo, na apreciação dos Ranchos Folclóricos que deveriam ser escolhidos para exibição na Televisão, deambulei por diversas terras do interior do Minho e das Beiras, onde fui sensibilizado para escrever algo em forma de poema. As paisagens e o ambiente rural desenvolveram em mim a mística da simplicidade dos camponeses e comecei a escrever versos para os Ranchos Folclóricos. O Professor Pedro Homem de Melo ficava horas e horas sentado à beira dos riachos a meditar; de quando em vez, também escrevia. Foi um tempo de grande aprendizagem, até porque este homem de Afife também foi meu professor. Os primeiros poemas foram publicados na revista INICIAL do Colégio João de Deus, do Porto, e depois na “Notícia” de Angola e com crítica bastante favorável. Outros foram pub...